Soco-lhe a cara,
Cuspo-lhe na face,
Exorcizo-lhe de minha alma,
Amaldiçoou-lhe a carne...
Me esqueça,
Ignore o que vivemos,
E agora vive com a incerteza,
De não saber o que seriamos.
Não te quero,
Mas espero,
Que o tempo lhe molde,
Mas não para mim,
Mas para sua nova querida.
Boa sorte,
Apenas limpe o sangue,
E a incerteza que lhe sonda,
Diga adeus,
Ó amado odiado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Opine, comente, critique...É sempre bem vindo.