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sábado, 18 de dezembro de 2010

Branca de neve e Anão.

Sorrisos e abraços
Evitando os prantos
Causados pela rejeição
Branca de neve ficará sem seu anão.

Engole o choro,
Brinca e faz piada
Tudo para não assumir que está acabada.

O tempo vai passar,
E com ele vai a dor
E vem o fervor
Da vontade de melhorar.

Sorri, vive, reergue.
Segue seu conto de fada,
Mas sem colocar a culpa na madrasta
Pelo rumo que segue.

O anão lhe sorri
O efeito é estonteante
E logo ela o quer como amante
Apenas para sorrir também.

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