A futilidade dessas conversas parecem não me fazer bem. Os olhos vazios e falsas risadas definem-me como vegetal, porém meu interior borbulha em idéias, respostas, pensamentos, que vagam por dentre campos de um mundo próprio de possibilidades e variantes criado por uma mente hiperativa.
E saindo da conversa, interiormente caminho em busca do futuro, sigo uma linha, acho que é a do destino. Imagino aonde termina esta fina linha? Vejo algumas outras cruzando meu caminho, e ao fim um laço entre a minha e uma outra… De quem será?
Sorrindo procuro seguir a linha entrelaçada à minha. Em vão, pois a linha dançava e impossibilitava que a seguisse. Logo entendi seu recado: O destino não se faz para que saibamos o que nos aguarda.
Dou meia volta e caminho em direção à fútil conversa que havia me encaminhado até lá; As vozes estão ficando mais altas, e num piscar de olhos encontro-me olhando o vazio novamente.
A conversa ja tomou outro rumo, mas nada muito exepcional. Levanto-me e com uma caneta e papel começo a escrever minha história; Deixo o final em branco, afinal minha história da vida ainda está sendo escrita… a cada passo que dou.
Bel,
ResponderExcluirQue texto lindo. Adorei tuas tiradas. Muito bom e a cada dia melhor. Parabens!!!