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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Ó pai

Tuas largas mãos me guiam,

Tua voz me preenche,

Fazendo-me procurar-lhe insistentemente,

Você está longe, mas comigo.

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Sua vida é história,

Contada e por todos ouvida,

Sigo sua rota,

Procurando ser seguida.

 

Tua ajuda é necessária,

E como sempre bem quista,

Sou amante de sua vida,

Sangue de teu sangue.

 

Ó pai,

Ficai comigo,

Mesmo que por sonho,

O sonho de te ver.

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Esse pequeno poema, não sei bem o que é isto, é dedicado ao meu pai, José Luis Pardal. Ao qual devo o motivo de existir, e ao que deposito todas minhas pretenções do que ser como escritora, sendo metade do que ele é, serei a menina mais feliz do mundo , obrigada pai ♥

2 comentários:

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